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Castrar ou não castrar: eis a questão!

Como muitos já sabem, a castração de gatos (também conhecida como esterilização) é a melhor forma para evitar a propagação de doenças comuns aos felinos além de crias indesejadas que geralmente contribuem para a superpopulação de gatos gerando muitas vezes o abandono. Apesar de muito proprietários terem receio sobre a castração, é um processo simples que quando realizado por um profissional competente e qualificado, raramente traz qualquer tipo de consequência negativa. Mas para quem ainda tem dúvidas, aí vão alguns esclarecimentos sobre o assunto.

O que é e como é feita a esterilização?

Nos felinos machos, chamado tecnicamente de orquiectomia, consiste na retirada dos testículos. Nas fêmeas, ovariosalpingohisterectomia, é a retirada do útero e ovários. Ambas as técnicas impedem a procriação e evitam as complicações e cuidados que devem ser tidos com os felinos em épocas de cio, excluindo a necessidade do uso de anticoncepcionais para as fêmeas (medicamento que não apresenta níveis de segurança para a saúde do animal). A castração, além de manter o bem-estar dos felinos, aumenta a expectativa de vida dos mesmos, diminuindo os riscos de que desenvolvam alguns tipos de doenças, como por exemplo, o câncer.


Antes de castrar seu gato, procure um médico veterinário de confiança para retirar todas as possíveis dúvidas sobre o preparo, procedimento e pós-operatório.


Assim como nas cirurgias em humanos, é necessário que o animal faça jejum por 12 horas, tanto para machos quanto para fêmeas. É aplicada uma anestesia geral, sendo a inalatória a mais indicada, além do acompanhamento por aparelhos de monitoramento, para a observação dos sinais vitais do paciente.


Após ser anestesiado, monitorado e com a parte dos pelos raspados na região a ser operada, é feita uma pequena incisão para a retirada dos úteros e ovários ou testículos e fechado o local logo em seguida. Se não houver complicações, em geral os animais são liberados no mesmo dia após a cirurgia.