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Depoimento da adotante: Catarina

Nós do Adote um Ronrom sempre nos emocionamos e ficamos orgulhosos a cada adoção de sucesso, a cada ronrom que encontra uma família pra chamar de sua. Cada final feliz nos incentiva a continuar nosso trabalho, prezando pela qualidade de vida dos gatinhos e na adoção com responsabilidade. Dessa vez quem conta a história é a Tatiana Medeiros, voluntária do projeto, e que esse ano abriu mais um espacinho na sua casa e no seu coração pra receber outro membro na família: a Catarina.

"A paixão por gatos (e animais em geral) vem desde a infância, mas foi apenas há uns 2 anos atrás (ou 3 talvez, sou péssima com datas) que eu resolvi fazer alguma coisa em prol dos bichanos e me voluntariei para o projeto Adote um Ronrom. Desde então tinha conseguido resistir, bravamente, aos encantos e fofuras que iam sendo resgatados. Até porque eu já tinha 4 gatos em casa.

Mas sabe quando o amor bate? Quando a gente começa a só pensar naquela criatura, se pega fazendo planos pro futuro e sai dizendo por aí que não consegue viver sem? Então... foi tipo isso que aconteceu com a pequena Catarina. Cat, para os mais chegados. Bati o olho e tive certeza que ela seria minha. Não demorou muito e meu marido também já estava convencido (apesar de se fazer de difícil até praticamente o último dia) de que a Cat era nossa.

E eis que no dia 11/06/2016 Catarina foi pra nossa casa! (dessa data eu lembro!!!)

Foi a adaptação mais rápida da vida. Em três dias a pequena Catarina já andava pela casa toda, cheia da razão e “os incomodados que se retirem”. Mas o melhor de tudo é que não houveram incomodados. Com exceção da Berenice, a mais antipática dos meus gatos e que apenas ignorou a novata, todos os outros receberam a irmã muito bem. Viraram companheiros de lutinhas, corridas, soninhos e compartilham muitos e muitos banhos juntos.

Com humanos a Catarina é bem o esteriótipo que muitos fazem de gato. Não gosta de colo, odeia ser pega, foge e só aceita carinho quando ela quer. Mas aos poucos estamos aprendendo a lidar com esse temperamento forte e estamos conseguindo “domar” a nossa ferinha.